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Este portal de internet é da responsabilidade de Antonio Caleari, bacharel em Direito (FD-USP) e autor do livro Malleus Holoficarum: o estatuto jurídico-penal da Revisão Histórica na forma do Jus Puniendi versus Animus Revidere” (Chiado Editora, Lisboa, 2012).

O presente espaço tem por finalidade reunir material de pesquisa revisionista. E dentre as diversas linhas deste movimento dissidente, dar-se-á ênfase aos fatos da Segunda Guerra Mundial, especialmente o suposto evento criminoso que conhecemos como “Holocausto Judeu”. Diz-se suposto pois, como será demonstrado, existem inúmeros aspectos contraditórios, imprecisos, sem fundamentação e/ou mesmo descaradamente mentirosos na narrativa da “história oficial”.

E, por se tratar do conjunto temático mais relevante para a compreensão e crítica da vigente ordem mundial, o foco principal será o já relatado.

Nas palavras do revisionista Marcelo Silveira:

O holocausto enquanto “fato histórico” e objeto de discussão adquiriu, em muitos países, e, em certa medida, mesmo no Brasil, todas as características de um dogma secularizado, transportado para o cerne dos discursos políticos e ideológicos dominantes. Uma verdadeira “Religião de Estado”. Portanto, relativamente às leis de exceção que criminalizam a discussão de suas controvérsias, nas denominadas “democracias”, a comparação torna-se perfeitamente válida com a essência dos tribunais inquisitoriais na Idade Média, e, ainda mais paradoxalmente, com métodos de imposição acadêmica e coerção estatal exercida nos chamados regimes totalitários do século XX (entre os quais podemos incluir, sem sombra de dúvidas, a Alemanha hitlerista). Nesse sentido, a História perde qualquer distanciamento, que enquanto irrealizável em sentido absoluto, deve ser almejado visando que possamos chegar, na medida do possível, mais próximos de um entendimento satisfatório do que realmente ocorreu no passado. Entendendo, igualmente, que este alegado evento histórico é um dos mais fundamentais no século XX, e que o mesmo plasmou os paradigmas ideológicos, políticos e mesmo filosóficos da reconstrução do mundo no pós-guerra, pela visão dos vencedores. Reações histéricas – e mesmo patéticas – como essa da congregação da FFLCH e outras que surgiram em reação ao erudito e necessário livro do sr. Antonio Caleari, denotam com clareza um sintoma contemporâneo comum a praticamente todas as “democracias” ocidentais: o combate encarniçado ao Revisionismo do Holocausto já transcendeu há muito a historia per si, convergindo com as precauções daqueles que realmente conhecem o assunto (que são poucos), mas, por ora, representam os interesses de uma elite privilegiada (dentro da qual o sionismo ideológico ocupa posição de destaque) que não deseja qualquer alteração do status quo vigente – o que seria o resultado de um debate público e à luz do dia sobre o assunto, fatalmente comprometendo a credibilidade das versões históricas dominantes.

Recomendamos a leitura do texto “A Verdade Proibida”: uma introdução à Revisão Histórica do evento que conhecemos como “Holocausto Judeu”

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