“Partindo dessas reflexões, a NMO oferece na Palestina, sob a condição de que as aspirações nacionais do Movimento de libertação Israelita acima mencionadas sejam reconhecidas por parte do Reich alemão, uma participação ativa na guerra ao lado da Alemanha.”

Shamir propôs trabalhar conjuntamente com Hitler na solução final da Questão Judaica

Nós conhecemos demais as atrocidades atribuídas aos alemães contra os judeus, antes e durante a guerra, pois isso nos vem sendo incutido há meio século pela imprensa geral, cinema e televisão, que, raro dia, não comenta ou exibe películas que apresentam os alemães como maus, torturadores e assassinos, além de ignorantes e péssimos atiradores, pois nunca acertam os “mocinhos” aliados…

“Nazista” tornou-se um adjetivo pejorativo, ofensa no pior dos sentidos, pois foi transformado em sinônimo de “criminoso contra a humanidade”.

São conhecidas as histórias sobre a “Noite de Cristal” que aconteceu em 1938, um ano antes do início da guerra, na qual teriam sido incendiadas centenas de sinagogas e mortos milhares de judeus.

Existem milhões de livros falando dos campos de concentração, onde, desde já antes de 1940, os alemães teriam gaseado judeus. Até parece que a II Guerra Mundial foi exclusivamente entre “carrascos” alemães e os “inocentes” judeus.

Revelo agora, em primeira mão para todo o Brasil, as dimensões de um dos últimos diamantes encontrados pelos revisionistas.

1ª edição do livro de 1992 – NR.

Todos conhecem Yitzhak Shamir, aquele baixinho inflexível, poderoso 1º Ministro de Israel. Ele era, em 1941, sob o nome de Yitzhak Yzernitzky, chefe da Organização Militar Nacional na Palestina. Após contato com agentes dos serviços secretos alemães, de nome Alfred Roser e com Werner Otto von Hentig, representante do Ministério das Relações Exteriores, no Líbano, ocupado na ocasião por forças francesas favoráveis à Alemanha, foi entregue o seguinte memorando, de 11/01/1941, redigido pelo atual 1º Ministro de Israel, a Adolf Hitler, do qual destaco os seguintes parágrafos:

– “O objetivo da NMO (National Military Organization) é o estabelecimento de um Estado Judaico dentro das suas fronteiras históricas. Ao contrário de todas as tendências sionistas, a NMO rejeita a infiltração colonizadora como único meio para a acessibilidade e tomada de posse gradual da pátria, e atua em conformidade com o seu lema – combate e sacrifício – como único meio honesto para a conquista e libertação da Palestina.”

– “Devido à sua característica militar e atitude anti-inglesa, a NMO é forçada, sob perseguições constantes da administração britânica, a executar secretamente sua atividade política e formação militar.”

– “A NMO está ligada intimamente aos movimentos totalitários, tanto na sua ideologia como na sua estrutura.”

– “Em palestras e outras declarações de EMINENTES HOMENS DE ESTADO DA ALEMANHA NACIONAL-SOCIALISTA (na época, não os chamou pejorativamente de nazistas), é frequentemente expresso que uma das condições para a NOVA ORDEM na Europa é a SOLUÇÃO RADICAL DA QUESTÃO JUDAICA ATRAVÉS DA EVACUAÇÃO (na época, Shamir não chamou a evacuação territorial como “Solução Final de Extermínio”).

– “A evacuação das massas judaicas da Europa é condição primordial para a solução da questão judaica, mas isso só pode ser possibilitado e alcançado através da colonização dessas massas na pátria do povo judeu, Palestina, e através da fundação de um Estado judaico dentro de suas fronteiras históricas.”

– “A solução do problema judaico desta maneira e a consequente condução à libertação do povo judeu, de uma vez por todas, É TAMBÉM OBJETIVO da atividade política e do combate de muitos anos do Movimento de Libertação Israelita, da National Military Organization.”

– A NMO, que bem conhece a BOA VONTADE DO REICH ALEMÃO E DAS SUAS AUTORIDADES, REFERENTE À ATIVIDADE SIONISTA DENTRO DA ALEMANHA, e referente aos planos de evacuação sionistas (somente quando se lê uma carta dessas, pode-se ter uma pequena noção de como a humanidade foi enganada a respeito da Alemanha e da II Guerra Mundial) é de opinião que:

1) “Poderão existir interesses CONJUNTOS entre um ORDENAÇÃO DA EUROPA em conformidade com o conceito ALEMÃO e a verdadeira vontade nacional do POVO JUDEU, personificada pela NMO.”

2) “Uma colaboração entre a NOVA ALEMANHA e um IMPÉRIO HEBRAICO volkisch-national (popular-nacional) seria possível e

3) A fundação de um Estado Judeu histórico numa base nacional e totalitária, ligada ao Reich alemão através de um tratado, estaria no interesse de uma posição de futuro no Oriente Médio, para a Alemanha.”

– “Partindo dessas reflexões, a NMO oferece na Palestina, sob a condição de que as aspirações nacionais do Movimento de libertação Israelita acima mencionadas sejam reconhecidas por parte do Reich alemão, UMA PARTICIPAÇÃO ATIVA NA GUERRA AO LADO DA ALEMANHA.” (A Segunda Guerra Mundial já estava em vigor a 1 ano, 4 meses e 10 dias…).

– “A participação indireta do Movimento de libertação Israelita na NOVA ORDEM europeia, que já se encontra num estado de preparação, estaria ligado a uma solução radical e positiva do problema judeu europeu em harmonia com as aspirações nacionais do povo judeu. Isto solidificaria os princípios morais da Nova Ordem aos olhos de toda a humanidade.” (Com todo o poder de sua imprensa…).

– “A colaboração do Movimento de Libertação Israelita corresponderia, também, à ordem de ideias de um dos últimos discursos do chanceler alemão, na qual o Sr. Hitler salientou que se serviria de qualquer união e qualquer coligação para vencer a Inglaterra.”

A carta segue, dando detalhes menos importantes, sobre a formação, caráter e atividade da National Military Organization, na Palestina.

Este memorando foi tirado do livro “The Iron Wall”, do historiador e jornalista judeu-americano Lenni Brenner. O referido autor se encontrou profundamente consternado com o rumo que a sociedade israelita tomou desde 1948 e sobre as consequências, tanto para os judeus como para os árabes, da situação atual do mundo. Brenner esclarece que retirou esse diamante histórico do livro “The Palestine Problem in German Politics”, p. 315 e 317, escrito por David Yisraelli, da Bar Ilian University, de Ramat Gan, Israel, edição de 1974.

Essas revelações são apenas a ponta do enorme iceberg que o Revisionismo Histórico está trazendo à tona, lenta mas inexoravelmente.

Fontes fidedignas indicam que Shamir, aliás, Yitzhak Yzernitzky, foi na sua juventude um fascista e admirador entusiasta de Mussolini, vestia a camisa castanha e lutou ativamente pelo fascismo.

Brenner escreveu que além de Shamir, Menahem Begin, recentemente falecido, ex-1º Ministro de Israel e Abraham Stern, da organização terrorista Stern, também foram fascistas.

Brenner ainda cita que os alemães informaram a Lubinczic, negociador da NMO, que os SENTIMENTOS ÁRABES TERIAM PRIORIDADE, e Berlim não teria mostrado maior interesse em negociar com SIONISTAS TRAIDORES!

A lenda das câmaras de gás de Auschwitz, a retirada dos dizeres de 4 milhões de vítimas do monumento, para o qual levaram até o Papa João Paulo II a rezar uma missa solene, (mostrada para todo mundo, em 1979), além das demais revelações constantes de nossos livros anteriores, sobre Pearl Harbor, Churchill, Roosevelt, a farsa de Katyn, etc. (uma inclusive envolvendo o pretenso diário de Anne Frank) e a sensacional carta do hoje 1º Ministro de Israel, mostram a necessidade imediata dos professores, de todos os níveis, reverem suas posições, não participando mais da divulgação da Mentira do Século.

Eu, de minha parte, quero externar a alegria de ter participado ativamente na ressurreição – somente em Auschwitz – de quase 4 milhões de seres inocentes, que haviam sido torturados e assassinados apenas pelos “DEFORMADORES DA HISTÓRIA”.

Extraído do livro “A Implosão da Mentira do Século”, de Siegfried Ellwanger (S.E. Castan), publicado pela Editora Revisão, págs. 46 a 50. Devido a pequenos descuidos quanto a regras linguísticas, o autor não diferenciou os momentos de comentários pessoais no texto; ele os fez quando entre parênteses, apesar de não colocar a notação característica – NR.