O então chanceler da República Federal da Alemanha Helmut Kohl e o ministro do interior alemão tentaram difundir, na revista oficial “Das Parlament” (No. 26-27, 1/8 de julho de 1994) que a perícia efetuada por Rudolf teria sido uma pseudo-peritagem:

Das Parlament
Nr. 26-27, 1./8. Julho 1994

Pseudo-peritagem

Desde o final de 1992 existe uma nova peritagem pseudo-científica sobre a mentira de Auschwitz. O autor do »Relatório sobre a formação e demonstrabilidade de compostos de cianeto nas câmaras de gás de Auschwitz« é o químico Germar Rudolf, 28 anos de idade. Em seu relatório Rudolf chega a conclusão de que »os certificados gaseamentos em massa com cianídrico nas supostas câmaras de gás de Auschwitz nunca foram possíveis por razões físico-químicas«.

Entretanto as conclusões de Rudolf foram verificadas pelo renomado instituto científico Max Planck. Não foi encontrada qualquer falha técnica. E o que diz o Relatório Rudolf em suas 120 páginas de tamanho DIN A-4? Que nas câmaras de gás de Auschwitz-Birkenau não se encontraram indícios de cianídrico (Zyklon B) em quantidades significativas. O instituto Max-Planck divulgou o seguinte comunicado sobre o Relatório Rudolf:

Comunicado para a imprensa do Max-Planck-Gesellschaft, Munich, 25.5.1993:

“Das amostras incluídas na análise, somente mostraram resíduos significativos de cianureto as procedentes dos pedaços das paredes das instalações de desinfecção”

 

E assim julgou o Relatório Rudolf o diretor da Fundação Judaica Anne Frank de Amsterdam, Hans Westra (Panorama, Televisão Belga, 27.4.1995):

“As análises científicas do Relatório Rudolf são perfeitas.”

O gás cianídrico (conhecido no seu tempo pela marca comercial de Zyklon-B) produz nas paredes, interagindo com os restos férreos das pedras, uma combinação de duração eterna.

As incrustrações de ferro que contem todas as pedras ficam azuladas ao contato com o cianídrico. É daí que vem o nome de “Blausäure” (ácido azul). Assim, se pessoas tivessem sido maciçamente mortas nas supostas câmaras de gaseamento com Zyklon-B, hoje em dia seriam encontrados os correspondentes resíduos.

Estes resíduos são os que foram pesquisados pelo químico Rudolf nas instalações de Auschwitz-Birkenau que foram testemunhadas e oficialmente consideradas como câmaras de gás. Surpreendentemente, Rudolf somente encontrou concentrações incrivelmente elevadas de cianídrico nos locais utilizados para desinfecção onde, segundo a história oficial, eram desinfeccionadas roupas dos internos para controlar as epidemias de tifo. Nestas salas de desinfecção foram encontradas até 13.000 miligramas por quilo. Na suposta câmara de gás II de Birkenau, onde segundo a história oficial e a literatura do Holocausto foram realizados a maioria dos gaseamentos de judeus, os instrumentos de medição não conseguiram detectar qualquer indício de cianídrico.

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Estas são as paredes da sala de desinfecção BWa 53 de Auschwitz-Birkenau. Segundo a história oficial, aqui só eram gaseadas com Zyklon-B as roupas dos internos. Por isso as paredes estão fortemente azuladas, como consequência dos resíduos cianídricos.

Estas são as paredes e teto das supostas câmaras de gás do crematório II (sala de cadáveres I) em Auschwitz-Birkenau. Segundo a história oficial e depoimentos de testemunhas, esta era a câmara de gás que gasearia a maior parte dos judeus. Entretanto, aqui não se observa a coloração azul nas paredes nem no teto.

A íntegra do Relatório Rudolf pode ser encontrada em:

http://www.vho.org/GB/Books/trr/

http://holocausthandbooks.com/dl/02-trr.pdf