“Desde que se utilize sugestionamento suficiente, é possível fazer com que as pessoas acreditem que viveram experiências inteiras e que jamais aconteceram”, afirma a psicóloga Elizabeth Loftus […] Com a técnica da “vitimização”, o sionismo utiliza-se de membros do seu próprio povo, enganando-os e corrompendo-os, para atingir seu objetivo político.

Psicólogos solucionam o mistério das “testemunhas” do “holocausto”

Recentemente, psicólogos e neurologistas reunidos em conferência promovida pelo Comitê para a Investigação Científica das Afirmações de Paranormais, dedicaram-se a um assunto que está na ordem do dia da medicina moderna: a capacidade que o cérebro humano possui de criar falsas memórias de momentos traumáticos.

“Desde que se utilize sugestionamento suficiente, é possível fazer com que as pessoas acreditem que viveram experiências inteiras e que jamais aconteceram”, afirma a psicóloga Elizabeth Loftus da Universidade de Washington, em Seattle, para a agência Reuter.

Pesquisadores e especialistas descrevem uma série de experiências que mostram como é fácil implantar memórias que imitam recordações de fatos reais; acrescentam que não há qualquer teste para determinar se uma pessoa foi exposta a repetidos sugestionamentos, e concluem que têm poucas condições de ajudar pacientes a distinguir realidade da fantasia.

Especialistas dão como exemplo estórias de sequestro por extraterrestres, vindos em OVNIS, muitas vezes recordadas com a utilização de técnicas de sugestionamento, que oferecem evidências de como a mente humana inventa, sem intenção, estórias assustadoras.

Numa experiência, pesquisadores usaram perguntas-chaves para sugerir que o incidente havia realmente acontecido. A memória era completamente falsa, mas a pessoa não só passou a acreditar que o fato era verídico, como também começou inconscientemente a inventar detalhes. Mesmo quando os pesquisadores lhe disseram que o fato havia sido forjado, a pessoa não acreditou.

O psicólogo Robert Baker, da Universidade de Kentucky, observou que várias pessoas que alegaram ter sido raptadas por criaturas do espaço se referiram a um período durante o qual não conseguiam recordar-se de nada do que aconteceu. “A razão pela qual não conseguem se lembrar de nada, é que nada aconteceu”, conclui.

Embora os pesquisadores digam que a motivação para se inventar possa ser o desejo da fama, dinheiro ou outros, é possível que muitas das pessoas que têm memórias falsas as utilizem como maneira de fugir de sentimentos ou atribuições de culpa.

“Todos nós queremos acreditar que aquilo de que nos lembramos, realmente aconteceu”, disse Susan Blackmore, psicóloga da Universidade do Oeste da Inglaterra, em Bristol. Com memórias falsas, “as pessoas podem atribuir a culpa por seus problemas a outros”.

Sabemos que o suposto “Holocausto” foi inventado e propagandeado pelos sionistas já nos últimos meses da Segunda Guerra Mundial com os principais objetivos:

1. Mascarar os próprios crimes cometidos, utilizando o povo alemão como bode expiatório para fugir da sua própria culpa.

2. Chantagear economicamente a Alemanha para conseguir vultosas somas em indenizações e reparações de guerra, podendo, assim, financiar a fundação e a construção do Estado de Israel

3. Promover a eterna “vitimização” do povo judeu para coibir toda e qualquer objeção – através do estigma do anti-semitismo – ao plano sionista de supremacia geopolítica.

Igual a muitas estórias de OVNIS e extraterrestres, também nunca foi provado o “gaseamento” ou a execução, por métodos fora dos preconizados pelas leis internacionais para punição de delitos, de judeus em campos de concentração na Europa; e ainda que existam prêmios milionários oferecidos em todo o mundo por historiadores revisionistas para quem provar o contrário, ninguém até hoje se habilitou em recebê-los.

Tendo em vista as recentes conclusões de psicólogos e especialistas americanos e europeus e, considerando os três principais motivos para a invenção do holocausto enumerados acima, não é difícil concluir, através de um raciocínio lógico, que as pretensas “testemunhas” de um holocausto que jamais existiu, utilizam-se de memórias falsas para fugir de seus sentimentos de culpa; (1º motivo): “com falsas memórias, as pessoas podem atribuir a culpa de seus problemas a outros”; e ainda, “a motivação a inventar experiências pode ser o desejo de fama (3º motivo), dinheiro (2º motivo), ou outros”(…), segundo as afirmações dos especialistas.

Por fim, distinguimos entre essas “testemunhas” de falsa memória dois tipos de mentirosos:

1º – é formado pelos “idiotas úteis”, judeus que viveram durante a Segunda Guerra Mundial e inventaram inconscientemente a falsa memória de um holocausto sob fortes sugestionamentos (como boatos sobre campos de extermínio e câmaras de gás), e cujo cérebro criou memórias de fatos que, na realidade nunca aconteceram (lembremo-nos que a maioria dessas “testemunhas” eram crianças na década de 40 e, segundo os especialistas,“as crianças são desproporcionalmente vulneráveis a toda uma série de técnicas de sugestionamento”)

2º – é o tipo composto pelos infames “mentirosos profissionais” que inventaram conscientemente experiências com intuito de alimentar a conspiração sionista. São agentes do sionismo internacional muito bem instruídos e muito bem pagos para propagandear e manter “per omnia secula seculorum” mentiras sob as quais se escondem os reais intentos da conspiração mundial sionista. Eis os verdadeiros criminosos de guerra!

Com a técnica da “vitimização”, o sionismo utiliza-se de membros do seu próprio povo, enganando-os e corrompendo-os, para atingir seu objetivo político.

A explicação científica das falsas memórias acaba com as “testemunhas oculares” de um holocausto que jamais existiu.

A esses pobres judeus escravizados pelo sionismo, torturados pela guerra psicológica que insistem em manter a farsa do holocausto, só podemos recordar as palavras de Cristo: “Só a verdade vos libertará !”

Gianpiero Gasparini

(Boletim – EP / Esclarecimento ao País Nº 14)