Chega de trololó, chega de desculpas!

QUEM TEM MEDO DO DEBATE?

Esta pergunta é o ponto de partida fundamental para a compreensão do antagonismo entre revisionistas e antirrevisionistas. Há DÉCADAS que os revisionistas “imploram” por um debate aberto contra os defensores da “história oficial”. A única resposta que têm recebido, até agora, é a censura, a perseguição e a estigmatização.

Dizem que os revisionistas mentem.

Dizem que os revisionistas já foram refutados.

Dizem que os revisionistas são criminosos perigosos que devem ser encarcerados e penalizados em todas as esferas possíveis.

Dizem que os revisionistas são amadores diante dos “profissionais da historiografia”.

Dizem que existem “toneladas de provas” da ocorrência do Holocausto, e que este “fato notório” já teria “transitado em julgado”.

Ora, então, por que não desmoralizar os revisionistas publicamente? Que verdade é essa que não se sustenta diante da crítica? Que fato “comprovadíssimo” necessita da perseguição e da censura para se afirmar? Que professor catedrático teme o confronto intelectual com um leigo?

Registre-se neste espaço, em alto e bom tom, que os revisionistas brasileiros desafiam, publicamente, quem quer que se julgue conhecedor do tema, para a realização de um debate aberto sobre a historicidade do suposto “Holocausto Judeu”.

Preferencialmente, deverá o debate ocorrer em uma universidade pública, com regras pré-definidas de comum acordo e com tempo hábil para uma discussão técnica de tamanha complexidade. O evento será registrado em vídeo e reproduzido, posteriormente, para todo o mundo.

Reuniremos um time de revisionistas para participarem do evento. Se possível, inclusive, convidando especialistas internacionais e referências no assunto (Germar Rudolf, Wolfgang Frölich, Carlo Mattogno, Jürgen Graf, Mark Weber, dentre outros).

Entendemos que o juízo sobre os fatos que compreenderam a Segunda Guerra Mundial se situa como elemento central para a conformação da ordem mundial em que vivemos, razão pela qual tanto insistimos no escrutínio deste que é tido como o “maior crime da história da humanidade”.

Deve-se enfatizar que tal debate não tem a necessária intenção de “absolver Hitler e o Nacional-Socialismo”, mas apenas “dar a César o que é de César”. Apurar o que realmente ocorreu e aquilo que é mito, manipulação política oriunda da propaganda de guerra. Quaisquer resultados e consequências serão frutos da verdade – nada mais do que a verdade – a qual há décadas é deturpada e criminosamente encoberta.

Além do quê, tal “faxina na História” dará o merecido ênfase a todos aqueles que padeceram na 2ª Guerra Mundial e que merecem ser rememorados.

Ora, não é algo virtuoso e desejável a busca constante pelo aprimoramento da verdade, especialmente quando a referência é um fato tão importante de nossa história recente?

Devemos analisar racionalmente o “Holocausto Judeu” ou apenas cultuá-lo? Trata-se de um objeto científico idôneo ou de uma RELIGIÃO, da qual se pode apenas exigir a crença em estado bruto?

Acerca do embuste daqueles que defendem cegamente a Religião do Holocausto, recomendamos a leitura do texto “A força da Lei em suplemento à capitulação intelectual”, reproduzido in verbis a partir do livro “Malleus Holoficarum”, de Antonio Caleari. Trata-se de item inserido no capítulo “Paradoxos Afirmacionistas” (págs. 211 a 219):